

Da minha sensação de impotência
Ou de meus humores.
Como canta Itanhaém (a pedra que canta).

bom dia.
Das verduras e legumes

Reviverei as ondas do mar - tão pertinho!


Que boiam na água tépida.


Cada flor
Cada bocado suculento,





A isca de improviso, não testada
A de minhoca, apenas molhada.

Na Boca de sua Barra
Mal e mal.
Há tanto a perceber
A viver
A experimentar.
Sem dor, sem doer.
Vamos lá
Que hoje é quinta-feira
Findo o horário de verão

Sol, chuva ou nuvem
Não importa

Se aproveitar


O agora-vivo.
Se programar
Ser programado

Baralho, truco ou buraco
O jantarzinho
Ou só namorar.
Brincar de inventar
E se chamar artesão.

"Saia do seu quintal

E cachoeiras e peixes e riso

Com quem lhe falte o siso.


Senão a reclamar recolhimento.
Há o que cuidar e remendar

Meu, seu, nosso.
Porque o homem dana
Se dana e reclama.
Pois as mãos são poucas
E curtas como o tempo.

Daí fico no esquecimento
Porquanto entregue àqueles
Que já, bem logo
Virão, com mãos - as deles, longas - estendidas
Pedir o voto, outra vez.
Que sejamos dignos
- Nós e eles -
De tudo o que recebemos

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