
Não que em São Paulo não recebêssemos (e visitássemos, também), mas aqui, com tanta coisa boa, é difícil não se sentir à vontade e confortável, longe da poluição e da vida tumultuada da cidade...
grande.

O tempo, aqui, é outro: as visitas se alongam, têm pouso certo para a pernoite e uma programação diferente para o dia seguinte.

Rapidinho fizemos geleia daquela physalis nova, presente de Deus (um passarinho trouxe a semente ou foi o vento, mesmo). Deliciosa!

Mais novidades da terra: doce de abóbora com coco e curau de milho verde, colhido na horinha. Do doce já passei receita, é só clicar no grifado para ativar o link; do curau, facinho, passo já, já, não demoro.
Para acompanhar o churrasco, pimentas, uma delas exclusivíssima, verduras, temperadas com gengibre e ervas, nigauri no shoyo; molho de ervas no azeite e inhame, em profusão, tudo colhido do quintal.

O Dimitry sempre colabora comigo no cuidar das plantas - esse garoto leva jeito, desde pequeno! - poda, plantio, preparação de mudas, tratamento de pragas - que, é claro, existem.

Desta vez, levou algumas sementes da Physalis agulata L. (a tal da geleia) e umas mudas de coléu, que plantou em vasos, na casa da avó. Torcendo, Di. Desta vez, vai dar certo!
Ainda estamos no inverno. Fartura começa, mesmo, quando a estação fria acabar. Tem pra todos, inclusive criatividade.
Êta mundo bão!
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