
Pela primeira vez passei o réveillon nas areias da praia,na virada 2014/2015. No ano seguinte, bisei.
Bisarei, espero, enquanto estiver viva.A primeira vez, com marido e sogro, andando com todos os mais, em uma romaria carregada de esperanças e paz, todos munidos de aparelhos...
celulares e sorrisos nos rostos.
A energia de tantos corações pulsantes e o credo em um amanhecer mágico era quase palpável. Emocionante.
Pulei sete ondas, levei um ramalhete para Iemanjá (ecológico, amarrado com cipó), me ajoelhei e orei, pedindo: paz, saúde, prosperidade, proteção para a minha família e... que conseguisse vir para Itanhaém.
Um ano depois, sem o sogro a tiracolo, repeti o ritual. Desta vez, agradecendo.
É, uma bênção estar aqui. Um sonho realizado e que se realiza todos os dias, no acompanhar o desenrolar da vida; os desabrochamentos; os rebentos jovens; as estações que marcam; os passarinhos, a cada dia mais festeiros.
Decerto o inverno dá ares acinzentados a tudo, o mar é gelado, tudo está úmido.
Mas é assim em toda parte. Aqui, meu ninho de conforto e carinho está sempre renovado e tenho um trabalho que completa o desenho que fiz de meu paraíso.
O marido? Meu companheiro do coração está comigo em toda parte. Juntos, não importa onde. Mas aqui é mais gostoso.
Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á; Porque qualquer que pede recebe; e quem busca acha; e a quem bate abrir-se-lhe-á. Lucas 11:9,10
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